
Era conhecida por "sonecas"...
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" Porém, sempre disposta a brincar..."

"Até embalada eu fui "

" Mas na praia é que queria estar...."

"Para bons momentos contigo partilhar..."
Adeus, Duca...
Até sempre...

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Se há guitarrista português que admiro, é o Pedro Joia. Desde a técnica, à sua vontade intrínseca de querer fazer mais e melhor, passando pelas excelentes composições e adaptações que apresenta, é sem dúvida um músico de excelência.
Deixo-vos "Ciganita" do álbum "À Espera do Armandinho" - executado magistralmente.
Seria escusado estar a reinventar explicações quando já alguém as fez por nós, de uma forma bastante mais esclarecedora:
"Como se pode tocar Astor Piazzolla noutro instrumento que não seja o bandoneon? Poderá o piano alguma vez substituir a viola de Flamenco na música de Paco de Lucia?
Será que os solos imponentes de Benny Goodman soariam tão convincentes se fossem transpostos do clarinete para o violino, ou para o saxofone tenor?
É tentador considerar que certos músicos são, efectivamente, inseparáveis do instrumento específico que transformaram no veículo constante e ideal da sua arte.
E se isso é verdade, então Armando Augusto Freire (1891-1946) pareceria corresponder inteiramente a esta definição: poderão as composições de Armandinho sobreviver num ambiente sonoro que não seja o da guitarra portuguesa, para a qual foram sempre magistralmente concebidas?
Por tudo isto, Pedro Jóia enfrentava no presente projecto um desafio de extrema dificuldade, ao decidir transpor para o seu instrumento, a viola de Flamenco, a música eminentemente guitarrística de Armandinho.
Era indispensável deixar bem claro para o ouvinte, logo desde o início, que se tratava, com efeito, de um instrumento distinto, a utilizar todos os seus recursos próprios, mas a clareza de articulação, a delicadeza do desenho melódico, a poderosa energia rítmica, o uso característico do rubato – todos eles tão típicos do estilo de execução de Armandinho – teriam de ser preservados a todo o custo, se se pretendia respeitar e pôr em evidência o encanto essencial desta música". - Rui Vieira Nery
E mais nada!
Beijocas e Abraços
Gonça
Mais um crime de peculato que sai impune em Portugal. 
Tens razão Regis :) Vê-se bastante bem e saímos animados... até se podia comer uma gaja ;)
Para quem goste de ABBA recomendo, recorda-se clássicos inesquecíveis.
Aqui fica um dos meus favoritos.
Beijocas e Abraços
Gonça
Ora andava eu a pesquisar sobre produtos desinfectantes, na internet, quando me deparo com esta maravilha, que qualquer um de nós deveria ter em casa!
Não me imagino a viver daqui em diante, sem 3 ou 4 embalagens destas na minha despensa!
Pois vejam bem:
BIODEFLIS é um produto de tecnologia inovadora, biológico, super absorvente, para potenciar a decomposição de matéria orgânica.
CARACTERÍSTICAS
Aspecto: Pó
Densidade aparente: 0,592 - 0,612
Toxicidade: Nula
Cor: Rosa
% Matéria Activa: 19,0--23,0
pH: 7,2 -8,0
APRESENTAÇÃO: Caixas com 5 saquetas de +- 1.000 grs.
COMPOSIÇÃO: BIODEFLIS é um produto biológico extremamente activo, concentrado, concebido à base de culturas de microorganismos não patogénicos, "bacillus" e pseudomonas ambientais, saccharomyces, escherichia, clostridium, etc. ", oligoelementos e complexos minerais.
PROPRIEDADES: BIODEFLIS tem acção eficaz na degradação de matéria orgânica, actuando aeróbica e aneróbicamente podendo assim ser utilizado nas sepulturas em cova, gavetão ou jazigo. As bactérias usadas no fabrico do produto não envolvem qualquer risco para quem o manuseia, resolvendo desta forma os graves problemas ambientais relacionados com a poluição, maus odores, líquidos e metais pesados, provocados pela decomposição dos corpos e ainda de falta de espaço nos cemitérios, reduzindo o tempo de levantamentos.
BIODEFLIS actua também como concentrador de fluidos num pequeno volume, combinando uma maior superficie de contacto com vários tipos de actividades biológicas e enzimáticas. aumentando assim, a capacidade de degradação. A utilização de BIODEFLIS torna-se bastante rentável, dado que um corpo humano é composto por 2/3 de água (fluidos orgânicos) que se degradam por fermentação, produzindo uma quantidade de fluidos (soluções concentradas de sais e proteínas) equivalentes, apenas se necessitando de uma bolsa de BIODEFLIS para a decomposição de um cadáver com 75 Kgs.
BIODEFLIS torna a degradação biológica mais eficaz e segura em virtude de ser formulado por compostos naturais bio degradáveis, e suplementos de oligoelementos e factores de crescimento.
BIODEFLIS reduz os maus cheiros; Acelera a decomposição da matéria orgânica; Reduz a quantidade de fluidos; Absorve os metais pesados: Evita a poluição do subsolo.
CAMPO DE APLICAÇÃO: BIODEFLIS é recomendado para a degradação e decomposição de cadáveres nas sepulturas em cova, gavetão ou jazigo.
MODO DE EMPREGO: BIODEFLIS apresenta-se em bolsas hidrofílicas que se desfazem com o contacto dos fluidos à temperatura ambiente. Emprega-se colocando uma bolsa junto à cintura e entre as pernas do cadáver, sem abrir. Como orientação, recomenda-se a utilização de uma bolsa por cada 75 Kgs de peso do cadáver. No caso de pesos superiores devem ser colocadas duas bolsas. Para uma utilização perfeita recomenda-se a colocação da bolsa entre as pernas do cadáver sobre a madeira da urna para receber os primeiros fluidos e originar a rotura da bolsa. Nunca se deve colocar a bolsa sobre o cadáver, onde dificilmente chegam os fluidos, e sendo assim, não desencadeia o processo de decomposição.
PRECAUÇÕES: Não necessita de usar luvas, máscara ou óculos de protecção.
Em caso de contacto acidental com os olhos ou mucosas, deve lavar-se abundantemente com água.
Em caso de ingestão não deve provocar o vómito e deve beber muita água em períodos regulares de tempo.
MANTER FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS
(fonte:http://biozenite.com.sapo.pt/biodeflis.html)
Gostei particularmente desta última recomendação. Nunca se sabe o que poderá passar pela cabeça de uma criança, perante um produto tão poderoso!
Já agora, não seria mais prático administrar o produto sobre a forma de supositório?
Deixo a questão, finalizando aquele que, provavelmente, foi dos tópicos mais interessantes do meu blog!!!
Beijocas e Abraços
Gonça


Vânia Silva classificou-se em 46.ª nos Jogos Olímpicos de Pequim, na prova de lançamento do martelo. A atleta ficou desolada com a “marca muito baixa” de 59,42 metros e admitiu que não é “muito dada a este tipo de competições”.
“Estava bem, fiz o aquecimento bem. A única explicação é que, infelizmente, não sou muito dada a este tipo de competições. Em campeonatos da Europa, campeonatos do Mundo e Jogos Olímpicos, o melhor que fiz foi 63 metros nos últimos Jogos Olímpicos”, lamentou.
Marco Fortes (lançamento do peso) disse, após a eliminação, que não se adaptou ao horário matinal da sua prova. “De manhã só é bom é na caminha, pelo menos comigo”, disse o lançador do Sporting, de 25 anos, eliminado no passado dia 15, com dois lançamentos nulos e um lançamento a 18,05m, bem longe do seu melhor (20,13m).
No mesmo dia, também Jéssica Augusto, após a eliminação na prova dos 3.000 obstáculos, anunciou que iria de férias, justificando o abandono da corrida dos 5.000 metros dizendo que não participaria porque “não vale a pena”, dada a forte concorrência africana.
Arnaldo Abrantes, eliminado nos 200m com um dos piores tempos,(…) Abrantes justificou a sua fraca prestação com o facto de ter “bloqueado” quando viu o estádio olímpico cheio(…)
No comments!

"Se o mercado não consegue disciplinar os preços, os lucros nem o selvático prendar dos recursos empresariais com os vencimentos multimilionários dos executivos, então por que não nacionalizar os petróleos e tentar outros modelos? Quem proferiu este revolucionário comentário foi Maxine Waters, Democrata da Califórnia, durante o inquérito conduzido pelo Congresso, em Washington, às cinco maiores petrolíferas americanas. Face à escalada socialmente suicidária dos preços dos combustíveis, o órgão legislativo americano convocou os presidentes para saber que lucros tinham tido e que rendimentos é que pessoalmente cada um deles auferia. Os números revelados deixaram os senadores da Comissão de Energia e Comércio boquiabertos. Desde os 40 mil milhões de dólares de lucro da Exxon no ano passado, ao milhão de euros mensais do ordenado base do chefe Executivo da Conoco-Phillips, às cifras igualmente astronómicas da Chevron, da Shell e da BP América. Esta constatação do falhanço calamitoso do mecanismo comercial, quando encarada no caso português, ainda é mais gritante. Digam o que disserem, o que se está a passar aqui nada tem a ver com as leis de oferta e procura e tem tudo a ver com a ausência de mercado onde esses princípios pudessem funcionar.
Se na América há cinco grandes empresas que ainda forçam o mercado a ter preços diferentes, em Portugal há uma única que compra, refina, distribui e vende. É altura de fazer a pergunta de Maxine Waters, traduzindo-a para português corrente
- Se o país nada ganhou com a privatização da Galp e se estamos a ser destruídos como nação pela desalmada política de preços que a única refinadora nacional pratica, porquê insistir neste modelo? Enunciemos a mesma pergunta noutros termos
- Quem é que tem vindo sistematicamente a ganhar nestes nove anos de privatização da Galp, que alienaram um bem que já foi exclusivamente público? Os espanhóis da Iberdrola, os italianos da ENI e os parceiros da Amorim Energia certamente que sim. O consumidor português garantidamente que não. Perdeu ontem, perde hoje e vai perder mais amanhã. Mas levemos a questão mais longe houve algum ganho de eficiência ou produtividade real que se reflectisse no bem-estar nacional com esta alienação da petrolífera? A resposta é angustiantemente negativa. A dívida pública ainda lá está, maior do que nunca, e o preço dos combustíveis em Portugal é, de facto, o pior da Europa. Nesta fase já não interessa questionar se o que estamos a pagar em excesso na bomba se deve ao que os executivos da Galp ganham, ou se compram mal o petróleo que refinam ou se estão a distribuir dividendos a prestamistas que exigem aos executivos o seu constante "quinhão de carne" à custa do que já falta em casa de muitos portugueses. Nesta fase, é um desígnio nacional exigir ao Governo que as centenas de milhões de lucros declarados pela Galp Energia entrem na formação de preços ao consumidor. Se o modelo falhou, por que não nacionalizar como sugeriu a congressista Waters? Aqui nacionalizar não seria uma atitude ideológica.
Seria, antes, um recurso de sobrevivência, porque é um absurdo viver nesta ilusão de que temos um mercado aberto com um único fornecedor. Se o Governo de Sócrates insiste agora num purismo incongruente para o Serviço Nacional Saúde, correndo com os existentes players privados e bloqueando a entrada de novos agentes, por que é que mantém este anacronismo bizarro na distribuição de um bem que é tão essencial como o pão ou a água? Como alguém já disse, o melhor negócio do Mundo é uma petrolífera bem gerida, o segundo melhor é uma petrolífera mal gerida. Na verdade, o negócio dos petróleos em Portugal, pelas cotações, continua a ser bom. Só que o país está exangue. Há fome em Portugal e vai haver mais. O negócio, esse, vai de vento em popa para o Conselho de Administração da Galp, para os accionistas, para Hugo Chávez e José Eduardo dos Santos. Mas para mais ninguém. A maioria de nós vive demasiado longe da fronteira espanhola para se poder ir lá abastecer."
Temos o “melhor tinto do mundo”!!! A distinção chegou de um concurso internacional realizado em França...
Um relato de um repórter brasileiro neste peculiar restaurante de Pequim...A comida à minha frente é cinza e brilhante.
"Cachorro russo", diz a Nancy.
"Cachorro grande", respondo eu.
"Sim", diz ela. "- Pénis de cachorro grande..."
Nancy trouxe uma grande quantidade de guloseimas. Elas são colocadas de maneira estranha em um prato enorme, com um crocodilo esculpido em uma cenoura ao centro.
Ao lado do pénis do cachorro estão os seus pegajosos testículos, e ao lado deles um objecto gigante com a forma de um salame.
"Burro", diz Nancy. "Bom para a pele..."
Ela guia-me pelo prato de pénis.
"Cobras, muito potentes. Elas têm dois pénis cada uma."
Eu não sabia disso.
"Ovelha... cavalo... boi... foca, excelente para a circulação."
Nancy aponta para três blocos escuros e enrugados que parecem tiras de alcaçuz. É aparentemente uma iguaria especial: rena, da Manchúria.
A atmosfera no Guolizhuang é mais a de um spa exótico do que de um bar para noitadas. A empregada Nancy autodenomina-se "nutricionista"."Nós aqui não chamamos as pessoas de empregados. E não servimos muito álcool", conta a Nancy. Mas ela me oferece um cocktail de vodka e sangue de veado, que eu decido provar.
O cartilaginoso menu foi criado por um homem chamado Guo. Ele hoje tem 81 anos e está aposentado.
Após fugir da guerra civil em 1949, Guo mudou para Taiwan e depois para Atlanta, nos Estados Unidos, onde começou a estudar a medicina tradicional chinesa e a experimentar com os membros dos melhores amigos do homem.
Aparentemente, eles têm baixo colesterol e são bons não somente para aumentar o desejo sexual dos homens, mas também para curar toda espécie de enfermidades.
Cozido de PénisA maioria dos clientes do restaurante é formada por homens de negócios ricos ou burocratas do governo, que, como Nancy observa, são levados ao local por pessoas que querem sua ajuda.
Que maneira melhor de fechar um negócio do que ter à frente um fumegante fondue de pênis?
A discrição é assegurada, já que todas as mesas são localizadas em salas privadas. A mais luxuosa tem pratos de ouro.
"Alguns de nossos pratos são servidos crus, como sushi", diz Nancy. "Mas podemos cozinhar qualquer coisa que você queira."
"Não muito tempo atrás, um magnata do mercado imobiliário veio aqui com quatro amigos. Todos homens. As mulheres não vêm aqui com freqüência, e elas não deveriam comer testículos", diz solenemente a empregada.
Os homens gastaram US$ 5,7 mil num prato particularmente raro, algo que teve que ser pedido com meses de antecedência. "Pénis de tigre", conta a Nancy.
Extinção
O mercado ilegal de partes do corpo de tigres são um grande problema na China. Activistas dizem que a espécie está a ser levada à extinção por causa de sua popularidade como fonte da medicina tradicional chinesa.
De maneira sutil, menciono esse facto a Nancy, mas ela argumenta que todos os suprimentos de tigre do restaurante vêm de animais que morreram naturalmente.
"De qualquer forma, só temos um ou dois pedidos por ano", diz ela.
"E que sabor ele tem?", pergunto.
"Ah, o mesmo que todos os outros", responde alegremente.
E ele tem algum efeito especial?
"Não. As pessoas gostam de pedir tigre para mostrar como têm dinheiro."
Nancy diz que o mesmo grupo que pediu pénis de tigre também comeu um feto de rena abortado. "Isso é muito bom para a pele", afirma a empregada.
Outra "nutricionista" entra com algo pequeno e vermelho embrulhado em filme plástico. Meu apetite está fugindo para o aeroporto. Mesmo assim, imagino que seria rude não provar alguma coisa.
Normalmente não tenho problemas com este tipo de coisas. Já provei baratas fritas e olhos de cabra.
Há na mesa uma pequena tigela com pénis de boi fatiado em conserva. Pego um pedaço com os meus palitos e começo a mastigar. É frio, suave e borrachoso.
Nancy lança um sorriso vigilante na minha direcção. "Este deveria ser comido todos os dias", sentencia.
Segundo uma fonte da Agência Lusa, uma cidade da Califórnia anunciou quinta-feira a aprovação de um regulamento que interdita, a prazo, o consumo de tabaco em 80% dos apartamentos do mercado de aluguer.